VLOG #6: Como Superar Um Amor Que Você Já Não Acha Que Merece

É quarta-feira! Adoro quartas! Adoro porque tenho a oportunidade de compartilhar em vídeo meus pensamentos insanos sobre comportamento humano (ou desumano, no meu caso, quase extraterrestre). Hoje saiu mais um vídeo do canal Sem H, meu espacinho no Youtube pra tagarelar, e dessa vez falei sobre uma frase incrível do filme As Vantagens de Ser Invisível e como isso se aplica na vida.


Porque nós temos limites. Porque a gente nem sabe deles, ou preferimos cruzá-los, passar por cima dos coitados, só porque nosso desejo de preservar os limites do outro é maior. A gente quer falar por alguém, proteger alguém e às vezes, quando maltratados por esse alguém, damos desculpas por ela pra nós mesmos!

A gente acaba aceitando viver com um babaca porque gostamos, porque achamos que nunca mais gostaremos de outra pessoa, que o amor acontece só uma vez! E não! Se essa pessoa te machuca mais do que te dá paz, pode ser um sinal de que você não se importa tanto assim contigo mesmo! Essa pessoa pode ser a desculpa que você tem pra não se dar atenção, não respeitar seus próprios limites! 

E, dessa vez, abro minha boca e ligo a câmera pra falar que a gente merece mais! A gente merece predominância de respeito acima de qualquer estresse.  

Meu cabelo tá grande & bagunçado, e minha cara é de cu porque assisti o filme assim que acordei, comi um monte de leite condensado e logo depois gravei. Mas deixa, vou cortar o cabelo mais tarde. Semana que vem vou estar decente!

SE INSCREVA NO CANAL, CURTA E DIVULGUE PROS AMIGOS, OK?






Por que não deveriam pedir beijo na boca?

pedir+beijo

Sempre deixo bem claro, principalmente pras pessoas que estou paquerando, que beijo na boca NÃO SE PEDE! Por opinião própria, acho que o beijo é uma forma de carinho que tem momento pra acontecer e, quando é pra rolar, é que nem um raio, vai rolar. Essa parada de “posso te beijar” ou “quer ficar comigo” pra mim não funciona nem é bonito.

Pôster Death Cab For Cutie, "What Sarah Said"


Desde que pintei uma parede de cinza e fiz minha própria arara de teto com um cabo de vassoura (MacGyver manda lembranças), pensei em vários pôsteres pra pendurar no espaço que sobrou. Só que eu quero fazer todos! Inspirado pelo Edu e por adorar artes dos cartazes de shows de bandas independentes americanas, ilustrei esse de uma de minhas preferidas, a Death Cab.

Death Cab For Cutie é uma banda que veio com o falecido indie rock nas mãos de Ben Gibbard, nos Estados Unidos. O cara tem um talento ímpar pra compôr e a canção "What Sarah Said", do meu álbum favoritos, o Plans, conta o desespero de um cara esperando por notícias da amada na sala de espera de um hospital. A frase do pôster "mas estou pensando no que Sarah disse, que amar é assistir alguém morrer" me-ma-ta!

E me lembra muito do que foi mostrado no filme Amor, que assisti ontem ao invés de assistir ao Oscar.


Vou deixar a canção no fim do post, se quiser ouvir. Como falei, Plans é meu álbum preferido, então o recomendo se quiser ouvir mais canções. E pode deixar que vou fazer mais pôsteres pra gente. Se tiverem sugestões ou pedidos de artistas, filmes e afins, só falar pelo twitter ou deixar nos comentários!

E lembre-se que quarta-feira sai vídeo novo no canal Sem H, ok? Não esquece de passar aqui ou lá no Youtube pra conferir! E se inscreva

Pra baixar o pôster é só clicar aqui, colocar o arquivo .pdf num pendrive e levar em qualquer gráfica. Ele se encontra no tamanho A3, ok? Só falar com o cara. O preço geralmente não passa de R$ 10,00.



FacebookYoutubeTwitterConheça o autor

Jogo do Mustache (ou Jogo do Bigode)

jogo+bigode+mustache+festa+improvisado
Para noites de tédio!

As Vantagens de Ser Invisível (2012)


Não existem palavras no vocabulário que deixariam vocês a par do quanto me arrependo de não ter visto esse filme no cinema. Pior é não ter visto esse filme no cinema umas dez vezes. Com tanto bafafá em cima d'As Vantagens de Ser Invisível, disse pra mim: deixa a moda passar. Nisso, deixei passar também um dos filmes mais legais que já vi.

Acho que um dos fatores de ser tão bom é que o cara que escreveu o livro adaptou o roteiro e dirigiu o filme. Como escritor, trabalhar em cima de algo que você conhece da cabeça aos pés, facilita muito a expressão sem mal-entendido ou sem fidelidade ao que foi imaginado na hora de escrever. Levar isso pro cinema, pra um tipo de mídia diferente da literária, não faz com que o projeto perca o que tem de mais precioso: a alma

A gente dá de cara com Charlie, escrevendo cartas para um anônimo contando como é difícil ter de entrar no ensino médio e desbravar as selvas sociais sem ter um amigo sequer. A diferença de Charlie para qualquer outro adolescente de filmes do gênero é que ele não tem a postura de vítima. Apesar de requintes melancólicos, seu único amigo ter se suicidado, trejeitos de esquizofrenia traumática e complicações cabulosas com a falecida tia, ele é o cara que muda as coisas

Ele até espera as coisas acontecerem, de certa forma, antes de arriscar fazer os primeiros amigos: Patrick, veterano extrovertido (interpretado por Ezra Miller) e Sam (Emma Watson), que são meio-irmãos. A partir daí, o filme ganha outros tons, além da trilha sonora do caralho (Bowie, The Smiths, Sonic Youth e blá blá), nos puxando pra um drama que é tão tocável e tocante que desestrutura a ideia de que o filme é um drama adolescente. Assim como falei de Moonrise Kingdom e Ponte para Terabítia, que são filmes onde crianças atuam para adultos, aqui a gente tem um elenco DO CARALHO de adolescentes atuando para outros adolescentes e, mais ainda, milhões de outros adultos.

A sensibilidade que instiga reflexões é clichê, claro, mas tem toda uma identidade. As frases de efeito são novas ("me sinto infinito") e tão mais amplas do que se poderia esperar. Mais do que isso, tem um dos diálogos que mais pago pau na história do meu cinema. E ele acontece entre Charlie e o professor:

Charlie: Por que pessoas legais escolhem as pessoas erradas pra namorar?
Sr. Anderson: Nós aceitamos o amor que achamos merecer.
Charlie: Podemos fazê-las saberem que merecem mais?
Sr. Anderson: Podemos tentar.

E essa frasezinha do caralho é repetida por Charlie mais pro final do filme. 

E As Vantagens de Ser Invisível além de ser tudo de bom que todo mundo não cansa de falar, ainda envolve The Rocky Horror Picture Show (♥), a típica investida no mundo das drogas, a primeira vez, o primeiro namoro, o primeiro beijo, a primeira briga e o complexo romance de Patrick com um dos caras  (sim, homem com homem) mais populares do colégio em segredo, retratado de forma tão incrível e tão sincera que machucou meus olhinhos verdes de fada.

Agora, não há Sol que apague Emma Watson. Não sou fanboy de Harry Potter e ainda te garanto: ela não é Hermione! Ela é Emma Watson, uma atriz do caralho! Uma das cenas em que ela mais me matou foi quando recebeu a carta da universidade. A reação foi simples e espetacular, quando você assistir vai saber do que eu tô falando.

Porque o antissocial excluído se misturou com os degenerados e os estereotipos perderam sentido. A vida é assim, absorvendo essências, amando temperos, desfazendo culturas pra criar novas. E todo o elenco contribui pra isso, protagonistas ou não. A cena de Nina Dobrev (a nossa CHATÍSSIMA Elena e AMADÍSSIMA Katherine de The Vampire Diaries) ao telefone com o irmão, cara... respira!

É sobre correr atrás e não se acomodar a aquilo que você não acha que merece. Se quer mais, se acha que tem esse direito, o que te impede? Sei que você vai fazer uma lista enumerada (porque isso, porque aquilo), mas não sou eu quem você deve convencer. É você mesmo. As desculpas pra não mexer sua bundinha de calabresa da cadeira só prendem você

Charlie, Patrick, Sam (e mesmo os coadjuvantes) se encontram na mesma posição. Eles são iguais na firmeza com que se prendem ao costume. Charlie no "eu" pela metade, Patrick num amor pela metade, Sam numa vida pela metade, Candace num respeito pela metade e assim em diante. E acho que o filme é sobre se mover, sobre aproveitar as vantagens de ser invisível e dar um passo pra frente sem medo, sem vergonha. 

Ao invés de reclamar que ninguém pode vê-lo, Charlie abusa de seu poder pra avançar: como poderia sentir vergonha se ninguém o enxerga? E isso é fantasticamente belo.


Quem quiser me dar o livro antes que eu termine A Arma Escarlate, já pode, ok? Tô doido pra ler.



E já viu meu vídeo novo do canal Sem-H? É sobre BEBEDEIRA! E olha minha cara de cu, haha.



VLOG #5: Por Que Parei de Beber

Não é imagem, não quero pagar de certinho, não quero apontar o dedo na tua cara, mas acho escroto esse povo, que assim como eu, bebe pra se provar na vida: pros amigos, pra fugir de problemas, pra estragar a noite dos outros e tal. AMO beber, acho a sensação o máximo, mas quando a gente perde controle, é melhor brincar de carrinho.






Meu Namorado é um Zumbi (2013)


Por preconceito, cheguei no cinema de cara amarrada e não consegui rir das primeiras cenas engraçadas. Porque tava escrito "comédia" no pôster mas não consegui achar graça alguma... até achar graça de verdade! O desenrolar, as piadinhas, a mensagem clichê oculta num manto comercial me conquistaram com esforço e o resultado foi eu admirar um filme que achei que odiaria. Que odiaria muito.

A história de Meu Namorado é um Zumbi é tudo aquilo que você já sabe: mundo pós-apocalíptico + grupo de resistência morrendo aos poucos + falta de comida + a filha do líder + zumbis. O diferencial fica pelo fato do zumbi R. (Nicholas Hoult) narrar eventos por seu ponto de vista (alguém num estranho estado de estar morto, saber disso e não poder fazer nada pra parar a fome por carne humana). E cheio de humor. 

O cômico é comum, mas se destaca dessa infestação de zumbis do mundo pop onde cérebros explodindo e dramas ordinários comem nossos cérebros. Nicholas consegue interpretar um zumbi realmente engraçado e o roteiro nos dá uma série de trocadilhos maravilhosos com essa "globalização" dos zumbis na mídia, além de tratar do distanciamento das pessoas pela tecnologia (o filme é cheio de simbolismos), preconceitos e religiosidade.

Bem, um grupo de jovens treinados sai para buscar remédios e acabam atacados pela horda de zumbis em qual R. se encontra. Entre os jovens, somos apresentados a Kelvin, namorado de Julie, que tem Nora como melhor amiga. Na emboscada, R. come o cérebro de Kelvin e absorve suas lembranças, retomando parte da consciência humana própria, o que o move a cuidar da vida de Julie. Ele a resgata levando-a para o avião abandonado que chama de lar.

Lá, ela convive com aquele defunto com mania de colecionar objetos e que a trata como se fosse um bebê, indo contra tudo que ela aprendeu a lutar. Julie não estava preparada para achar um zumbi falante, carinhoso e, convenhamos, gatíssimo. Até ela voltar para a base, passam dias juntos, e ela entende que algo está acontecendo entre eles, por mais LOUCO que possa parecer. Mais louco ainda é uma criatura em decomposição conseguir falar, sentir culpa, paixão e ser o amigo que ela não teve nem com o namorado.

E o filme não é focado no relacionamento deles, mas na capacidade da compreensão curar feridas, do trato da intolerância com o próximo e a paciência do convívio social. E talvez em gerar comentários sobre Teresa Palmer ser a cara cuspida e loira da Kristen Stewart de Crepúsculo. Isso fizeram de propósito, uma brincadeira de muito bom gosto.

Eles percebem então que desencadearam uma infestação de "vida", fazendo com que outros zumbis voltem a se sentir humanos. E aí o filme ganha seu corpo, seus spoilers e toda uma razão pra estar no cinema: é no mínimo interessante a abordagem do gênero. Não é uma melação ou história de amor. É uma crítica cantada sobre nosso jeito de viver.

Não sei se o livro segue essa lógica que funciona perfeitamente no cinema, mas é pra assistir de cabeça aberta. Pode até levar o pré-conceito nos ombros, mas deixe-o na poltrona quando começar a assistir. É levinho, gostoso, passa rápido e te faz sair com uma ótima sensação de risada nas bochechas, mais ainda se for com amigos (pra vocês morrerem de inveja de Julie que tem um zumbi muito mais carinhoso do que seu namorado). 

Aposto que vão comentar bastante depois sobre os significados ocultos, das quedas de muros e vão se abraçar um pouquinho mais forte. Porque nem todo filme precisa ser o rei da inteligência pra ganhar sentido. E esse se fecha sozinho, o que não parece precisar de uma sequência (e espero que assim seja). Mas valeu a pena ser menos ignorante.

E no pior dos casos, tem M83 na trilha sonora, já fico feliz por isso :)


Fica o trailer:


E o vídeo novo do vlog Sem-H, sobre a importância de um "bom dia" desejado com vigor!



Festa indie pro carnaval

como+dar+festa+social+indie+carnaval

Se já aprendeu que só reclamar do carnaval não vai te levar a lugar nenhum e ficou a fim de conhecer minha proposta pra curtir o feriado sem ter de ouvir samba ou morrer num bloco, veio ao lugar certo! Inspirado pelo clipe Closer e por minha nova paixão por gim, trago dicas pra dar uma social com decoração indie e melhores amigos!

Por que parei de reclamar sobre o Carnaval?

Porque reclamar é chato, ocupa tempo e não nos deixa tomar atitude pra mudar as coisas. Só falar é cacarejar! Eu adorava falar mal dessa data por seguir o modelo "reclame porque é cult", porque soa inteligente, soa alternativo. Dá pra não gostar do carnaval, mas não significa passar o dia todo em cima da cama postando que odeia o mundo no Facebook.


Porque fechar a cara e apontar o dedo é muito fácil. Apesar de concordar que a grande parte das pessoas que idolatra o carnaval é um monte de gente que tá cagando pras roubalheiras contra eles mesmos e são totalmente acomodados, digo que deixar de aproveitar o feriado (porque carnaval é isso, na pior das hipóteses) pra ficar de birra num protesto clichê que não vai fazer diferença alguma além de te deixar entediado, é um grande erro.

Não pelo carnaval em si, mas pela atitude. Se te incomoda, PARE DE RECLAMAR E TRANSFORME AQUILO! O vídeo do vlog Sem-H é sobre isso hoje. E quinta vou postar aqui no DDPP um tutorial pra festa de carnaval no estilo que vou fazer aqui em casa, baseado no clipe da dupla Tegan and Sara que falei no vídeo. Na sexta, tem trilha sonora especial.

Sábado tem CHATeando e domingo a gente vai curtir o feriado, sem posts novos! Não é lindo?

Agora vem ver o vídeo.




Moonrise Kingdom (2012)


Ponte Para Terabítia e Onde Vivem os Monstros são dois filmes protagonizados por crianças que contam histórias para adultos. Ambos estão na lista dos meus preferidos. E aí veio Moonrise Kingdom, outro do gênero, onde crianças dão uma coça de moral em adultos e, consequentemente, em jovens eternos. Bonito, engraçado, de fotografia respeitosa e muito bem salpicado de cores. Nem fale em amarelo...

Acima de qualquer coisa, é um filme que retrata a simplicidade do querer, de se apaixonar.Temos os fofíssimos Sam e Suzy, que se apaixonam sem querer. Ele, escoteiro, órfão rejeitado pelos pais adotivos, encontra Suzy, mal-encarada, depressiva, quando invade o camarim das meninas e desenvolve um dos diálogos mais legais do filme.

"Ele gosta de você", avisa a amiguinha de Suzy quando o garoto é expulso pela diretora. E essa percepção que nós tínhamos quando mais novos é olhado por outra perspectiva, o poder de entender sutilezas e não complicar as coisas. Quando ele pega o programa da peça, ela deixa seu endereço para que se comuniquem por cartas - estão nos anos 60, não tem celular nem internet!

E eles vivem no meio de lugar nenhum, mas dentro de dramas pessoais que os perfuram, os entediam acima de qualquer tristeza. Mas eles se amam! Muito! E isso não é mostrado em excessos de melação ou sorrisos desnecessários. Eles se amam no silêncio de uma fogueira ou em como aceitaram fugir juntos para qualquer lugar.

Os pais de Suzy não sabem como lidar com a filha respondona, cheia de atitude, por isso sua rotina se resume a livros com viagens no espaço ou jornadas heroicas acompanhadas pela música do toca-discos portátil de um dos irmãos mais novos.

E eles vão! Ela com três malas cheias de pedaços de sua personalidade, ele com folhas de árvore sob o chapéu de pele de guaxinim, como um bom escoteiro. E aprendem a se beijar, a se admirar, a se entregar sem dramas, sem barreiras. O filme trabalha bem o fato de que, quando mais novos, conseguimos sentir prazer com as coisas mais básicas do mundo. Eles se dão por satisfeitos num universo que inventaram na pele da realidade.

Tanto que fiquei desconcertado vez ou outra, em cenas onde eles ficam seminus um para o outro, se tocando, aprendendo a beijar. É estranho ver crianças fazendo isso, não nego, mas eles são tão verdadeiros, tão simples, que enchem os olhos. Fiquei profundamente tocado com a leveza que o amor deles (inventado ou não) conseguia movê-los um para o outro.

E aí o grupo de escoteiros no qual Sam fazia parte, se une ao policial da região para encontrar a filha perdida e o órfão destinado a um abrigo barra-pesada para jovens abandonados. Aí que o filme ganha tons maiores, critica como os adultos adoram complicar o que não precisam, e a proximidade de uma das maiores tempestades da história dos Estados Unidos deixa as coisas um pouco sombrias.

Entre suicídio, casamento, reservas indígenas, raios caindo, Bruce Willis cada vez mais velho e o amor como brincar de casinha, Sam e Suzy se tornaram um de meus casais preferidos de todos os filmes que já assisti. Tem seus momentos bizarros, como a morte de um animal por uma criança, e uma tesourada nas costas, mas isso é só pra lembrar que apesar de toda inocência, ainda é um filme para adultos, que você é intimado a parar pra aprender alguma coisa daquilo.

E eu aprendi que se a gente quer alguma coisa, é só fazer. Vai ter problema? Vai dar merda? Tá, mas e daí? Por que não? Sejamos crianças de novo e nos sintamos felizes com básicos, sem necessitar do complexo ou difícil pra nos sentirmos realizados.

E nunca, nunca deixe de cobrir os seus rastros.



Posso divulgar meu vídeo? Falei de traição no canal Sem-H no Youtube! Quarta vou falar de carnaval e essa semana no DDPP teremos trilha sonora especial na sexta e tutorial de uma festa pra aproveitar esse feriado de outra forma! Se liga!



Últimos Artigos