10 músicas sobre amigos


O que seria da vida sem esses pentelhos, não é? O 10 MÚSICAS de hoje é uma homenagem para todos os amiguénhos que não te deixam na mão, que vacilam vez ou outra mas sempre arranjam um jeito de reverter a situação — sempre perdoamos! Pra todos os momentos que dividimos juntos, todas as risadas e os ombros pra chorar, cheios de catarro.

1. Best Friend — THE DRUMS
2. Friends — BAND OF SKULLS
3. I Have Friends In Holy Spaces — PANIC! AT THE DISCO
4. Jenny Was a Friend of Mine — THE KILLERS
5. Best Friend — THE WHIP
6. My Friend — GROOVE ARMADA
7. Only Friend — ROONEY
8. Champagne For My Real Friends, Real Pain For My Sham Friends — FALL OUT BOY
9. Friends — LED ZEPPELIN
10. All My Friends — LCD SOUNDSYSTEM




Inspiração Tabuleiro Ouija + Faça Você Mesmo


Não escondo meu amor por objetos místicos! Cristais, pêndulos, tarot, grimórios, velas e o tabuleiro ouija, dentre outros. Acreditando ou não em espíritos, melhor não usar o tabuleiro como brinquedo pra conversar com desencarnados a não ser que saiba exatamente o que está fazendo. O faça você mesmo e essas inspirações é apenas visual, só pra decoração. Então não diga que não avisei!

Consegui descobrir a fonte de algumas fotos, não todas! Pra ir até fonte, é só clicar na imagem! 


Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Tabuleiro Ouija

Quer ter o seu próprio tabuleiro Ouija? Se comprar lá de fora, o preço chega a quase R$ 200 :( Pra quem não tá a fim de gastar essa grana, como eu na foto aí de cima, fiz esse passo-a-passo que sai bem mais barato e fica pronto na hora! Pra ver, é só clicar aqui!

Se ainda quiser músicas com essa temática, fiz uma playlist especial chamada "Tabuleiro Ouija no Cemitério", que pode ser ouvida aqui! Lembre-se que real ou não, essa porra pode dar merda! Cuidado com o que mexe!

Spring Breakers - Garotas Perigosas (2013)


Quatro amigas estão cansadas de suas vidinhas numa cidade parada, então passam a acreditar que as férias de primavera são a chande de ver algo diferente, de experimentar uma vida que idealizaram. Pela falta de dinheiro, assaltam um restaurante. A partir desse ato que desamarram os demônios dentro delas e passam a agir como personagens num filme violento e distorcido de suas mentes.

A sinopse é basicamente essa, o que faz parecer que o filme é:

a) Uma busca de significado pra vida
b) Uma crítica à definição de "diversão" dos jovens modernos
c) um filme


Porque nenhuma de suas intenções ficam expostas. Além do visual espetacular com muitas luzes de cores fortes, ultravioleta e excesso de slowmotions em peitos, cerveja e água, todo o desenvolvimento da história não parecer ter objetivo traçado. O problema disso é que também não serve pra entreter quem procura algo a mais, como Transformers fez (filme sem razão inteligente, mas tecnicamente divertido). É nisso que entra aquela pergunta: se nenhuma dessas atrizes fossem famosas, o filme valeria a pena?

Durante todos os minutos ele busca identidade. Seja na narração desencaixada — mostrando fatos futuros no passado e vice-versa, com muitas repetições, talvez pra inserir a sensação de viver no cérebro de pessoas tão drogadas — ou no contraste de biquínis rosas em meninas aparentando 15 anos segurando escopetas e metralhadoras automáticas, escondendo o rosto sob capuzes de assassino. Ele só busca, não se encontra, lembrando de relance em algumas cenas o game GTA: Vice City


Falando das meninas, as protagonistas são interpretadas por três famosas atrizes (duas que vieram da Disney, Vanessa Hudgens e Selena Gomez, e outra da série Pretty Little Liars, Ashley Benson) e mais "uma aleatória qualquer" (Rachel Korine), que tem poucas chances de expôr alguma coisa interessante em construção teatral. Hudgens está demais, enquanto Ashley fica pra trás, pois não parece adicionar nada pra personalidade da personagem morna.

Selena Gomez cria uma menina religiosa, de coração e índole diferentes das outras três, mas que também desaparece ao esquematizar uma levantada na interpretação. Fica comum, não passa verdade. Agora, James Franco é quem rouba toda a cena como o gângster safadão chamado Alien, com sotaque de gueto, dentes de prata e dreads no cabelo. O cara dá show, simplesmente, e apenas Hudgens e (quase) Ashley conseguem acompanhá-lo. 


Não me entenda mal: elas não estão ruins. Só não estão maduras o suficiente pra casar com o ritmo do filme que, na minha opinião, pedia atrizes um pouco mais fortes, mesmo que a intenção seja exteriorizar o caráter infantil das quatro pirralhas de faculdade que cantam Britney Spears, bebem tequila na calçada, cheiram cocaína e assaltam lojas. Sendo assim, o filme fica com buracos de bala gigantescos, podendo cair com o menor empurrão.

É só por isso que não pude achar Spring Breakers um ótimo filme: deveria ser algo, te faz achar que será, e morre na praia. É bonito, as meninas são bonitas, a história não é um lixo total (com um final até curioso), mas não é sincero. Às vezes, parece só uma casca vazia. Ou cheia de vodka.




Quando nenhum amigo for virgem

amigo+virgindade

Se não bastasse o pesadelo do dia em que todos os amigos estiverem namorando e amizade comparecer em segundo plano (pelo novo direcionamento de atenção), outra mudança que pode causar estranheza é quando nenhum de vocês for mais virgem. Não que seja ruim, pois experimentar o sexo é natural. Mas não fica a sensação de que a inocência ficou perdida em algum lugar?

Quando amizade vira competição

Leia mais autoajuda

Antes você corria pra contar tudo pro melhor amigo. Toda tristeza, alegria, tudo era misturado no cérebro e saía da boca como diarreia verbal: isso é confiança. Chega um tempo em que você se vê medindo palavras, pensando se deve ou não apresentar outros amigos — ou o namorado — pra quem antes era seu maior confidente. O que aconteceu com a amizade?

10 músicas com "Are You" e "Do You" no título


Essa sexta tem 10 músicas de artistas "alternativos" com títulos começados em "are you" e "do you"! Foi uma das mais divertidas de montar, adorei a capa e não via a hora de mostrar pra vocês! Também quero avisar que as próximas trilhas não terão 14, mas 10 faixas! Serão "10 músicas sobre..." toda sexta! Se tiverem sugestões, já podem comentar aí embaixo!

1. Are You Satisfied? — MARINA & THE DIAMONDS
2. Do You Want It All — TWO DOOR CINEMA CLUB
3. Are You Afraid? — ROONEY
4. Do You Love Me Like You Used To — BEST COAST
5. Are You Nervous? — ROCK KILLS KID
6. Do You Know What I'm Seeing — PANIC! AT THE DISCO
7. Are You Happy Now? — MICHELLE BRANCH
8. Do You Remember — JACK JOHNSON
9. Are You Sad — OUR LADY PEACE
10. Do You Want to Die Together? — STARS


10 melhores clipes de festas


Sabe aquela festa que você sempre sonhou em dar mas nunca conseguiu? A social onde o povo bebe lindo, vive num mundo sei lei onde dinheiro nunca é problema? Elas acontecem nos clipes! Eles nos inspiram, dão ideias e nos deixam morrendo de inveja das baladinhas que gostaríamos de montar em casa mas não conseguimos! Aqui a lista dos melhores clipes envolvendo festas!

1. Tegan & Sara, Closer

Essa é pra uma social mais íntima (que ensinei a organizar aqui) com amigos/peguetes próximos, sem muita gente de fora ou desconhecida. A decoração é simples, daquelas de última hora quando os pais decidem viajar pra afogar o ganso e esquecem que estamos na casa dos 20 e cheeeeios de hormônios! 



2. Groenland, The Things I've Done

Uma versão mais "pública" da social de cima já pode ser caracterizada como festa ao invés de social! Em The Things I've Done, temos uma bagunça gostosa, toda indiezinha, com animais menos selvagens que as próprias pessoas! A música também é uma delícia, claro!



3. Miley Cyrus, We Can't Stop

A social dos ricos! Miley esbanja pra câmera seus amigos modelos, sua casa de milhões de dólares e muita bunda quicando — além das bizarrices visuais que não dá pra trazer pra vida real sem parecer completamente pirado. Mas sociais não são pra isso? Ame, ame, ame esse clipe!



4. Katy Perry, Last Friday Night

Inspirada nos anos 80, é só chamar todos os amiguinhos do colégio (faculdade não serve mais, senão vira chopada), colocar um monte de roupas coloridas e pagar o maior clichê do mundo pra ser feliz! Não se esqueça de pedir pra trazerem o Wii ou Xbox pra todo mundo jogar Just Dance e Dance Central!



5. Taylor Swift, 22

A rainha das festas do pijama (que ensinei e fazer aqui) é a ex-caipira Taylor Swift! Não gostava muito da menina, mas depois desse clipe baixei o álbum todo, que não agradou por completo, mas também não foi ruim! É tudo preconceito do povo! Nesse clipe, a gatinha (sem trocadilhos) faz uma rave em casa, se divertindo do café-da-manhã, fazendo piadinhas sobre a cultura pop, até a madrugada, fechando com chave de ouro! Máximo!




6. Rita Ora, How We Do (Party)

Quando hipsters acham que aquele vídeo gravado no celular não vai parar no Youtube...



7. Bonnie McKee, American Girl

Essa é pra quando você se sente com 15 anos (só que se vestindo bem melhor), sem um puto sequer no bolso e com os pais em casa, sem poder dar festa. O que fazer? Bem, se não puder sair pela madrugada pra beber, como ensinei aqui, assalte uma mercearia com seus peitos/pinto, roube o carro do vizinho gostoso e cate fichas de criancinhas pra brincar no fliperama do shopping. Não se esqueça de destruir o carro depois de usar.




8. Adam Lambert, For Your Entertainment

Pra não dizer que os homens estão fora da lista, Adam Lambert dá lição de como transformar uma social numa, hmmm... zona. Essa é pros mais obscuros, pros fãs de vampiros (ensinei a fazer social temática aqui) e safadinho, que não se importam em desconsiderar a palavras pecado e apelidam tudo de prazer. Senta, Cláudia.




9. Sara Bareilles, Gonna Get Over You

Imagina uma social num supermercado! É, a dor de cotovelo da Sara Bareilles a levou a fazer isso! Tudo bem que na vida real não dá (a não ser que você seja dono do lugar), mas na hora de comprar o vermute e as comidinhas, é uma boa ideia praticar a coreografia da noite com os amigos.




10. Scissor Sisters, Let's Have A Kiki

Quem precisa de super decorações? Quem precisa de dinheiro? Tem bons amigos? Tem música? Tem drink? Fechou! Let's have a kiki! ♥




Tem alguma sugestão pra aumentar nossa lista? Deixe nos comentários! 


Sem Dor, Sem Ganho (2013)


Existem pessoas que se sentem empacadas na vida. O que elas têm não é o que as faz felizes, e então elas pegam inspiração pra se mexer, mudar o rumo de seus futuros. Outras vão além da busca por uma boa vida, deixando que a ambição as cegue, que as faça querer coisas que elas não precisam de verdade. Quando se é ambicioso assim, como saber quando se deve parar? Sem Dor, Sem Ganho é uma história sobre ambição, estupidez e muito sadismo.

Daniel Lugo (Mark-tá-sarado-Wahlberg) é um personal trainer frustrado com o rumo de sua vida. Cansado de sentir "adotado" por seus clientes, com ego quebrado por se sentir inferior — quando, por causa do corpo de fisiculturista, acredita ser de uma raça superior de humanos — corre pra uma palestra de como se tornar rico, de como tomar atitudes e mudar a vida por completo usando planos simples. Inspirado pelas palavras do cara insano e materialista no palco, Lugo tem a ideia perfeita. E aparentemente mole.

Um de seus clientes mais ricos, Marc Schiller (Tony Shalhoub, da série Monk) é tão babaca e incompetente que Lugo não vê pessoa melhor parar sequestrar, torturar e roubar tudo, mantendo-o vivo apenas para assinar papéis que transfeririam todos seus bens para os sequestradores. Mesmo que seu egocentrismo seja enjoativamente barulhento, Lugo precisa de mais gente. É aí que entra seu parceiro de academia, Doorbal (Anthony Mackie, de Guerra ao Terror) e Doyle (Dwayne "The Rock" Johson), que mesmo extremamente estúpidos, compartilham amor ao corpo e vontade de enriquecer facilmente.

"Facilmente". Eles capturam o cara, mas nada sai como planejado. Nada. Algo que parecia tão simples parece dar certo no começo, quando conseguem a casa, o dinheiro, o cachorro e a empresa de Marc, mas as drogas, a ostentação, elas têm um preço muito mais alto do que é cobrado. Sendo assim, o que fazer pra conseguir mais grana? Bolar outros planos igualmente "simples" que, vistos de perto são burros e inacreditáveis.

O maior ponto positivo aqui é a narração, que muda para cada personagem envolvido, ora contando sobre seu passado ou só dando uma opinião escrota, já que a comédia é apoiada não em piadas sem sal, mas em puro sadismo. Se gosta de gente sofrendo, burrice sem censura e idolatria, vai rachar de rir, com certeza. Não é o tipo de humor que todo mundo tá pronto pra enfrentar (por isso quase todo mundo que assistiu falou mal). 

Não há muito de "certo ou errado", vai bastante do gosto de cada um. Particularmente, pro tipo de história "baseada em fatos reais", poderia ser meia hora mais curto pelo menos. Duas horas passam devagar e a fotografia que tenta ser bonita não passa de saturação de cor, excesso de suor em corpos esculpidos e paletas que casam "acidentalmente" com a atmosfera cenográfica. 

As atuações não estão ruins, só caricatas. Claro que seria bobo esperar por inovação em cima de personagens que precisam ser normais, literalmente característicos, mas quando a comédia foi inserida de forma tão anormal, acho que haveria liberdade pra abordar momentos diferentes deles, talvez com um pouco mais de seriedade ou escuridão. Parecem apenas tropeçar, levantar, tropeçar de novo, levantar, e assim em diante, respondendo às consequências de suas maluquices.

É curioso, tem momentos bem divertidos (como os da Sabrina, interpretada por Bar Paly) e tão sem noção que quebram a monotonia legal, mas não me colocaria a passar mais duas horas assistindo. Achei que seria consistente, que teria mais significado e, é claro, que me divertiria mais do que conseguiu.





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