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10 bandas alternativas pra conhecer

bandas+indie+conhecer

Jovens, perigosos, temperamentais. Amo bandas de rock que a massa não conhece. Quem visita a Terra do Nunca não pode se esquecer de que, para boas caminhadas na jornada, é necessário uma playlist armada. Daquelas que fazem toda a diferença. Pensando nisso, como um bom buscador (curiosíssimo), vou dividir a fartura com vocês do que já fucei e orgulhosamente encontrei por ai.

Seja por dicas, ouvindo em bares ou whatever, provavelmente você pode até conhecer ao menos uma dessas bandas. Entre indie, alternativo, rock do bom, um popzinho melódico e até R&B (música boa é daquelas que de uma mistureba ainda fica boa, saca?), tem pra todos os gostos. Depois me digam se gostaram (e aproveita esse espaço pra indicar aquela banda boa que você ouve e ninguém mais conhece, desapega do ciúmes musical!). Espero que gostem e se preparem para mais! Let's go, lost boys?


Wolf Gang

Os caras da Wolf Gang são britânicos (pedigree detectado). O vocalista Max EcElligott pode até trazer um som parecidíssimo com o do MGMT (até no estilo e tal), mas a Wolf Gang é uma daquelas bandas que tem trabalhos tão bons que você pode ouvir num show de rock, num café com os amigos e até mesmo naquele dia que vai encontrar tua pessoa e namorar muito. Eles apostam no som sintético e no rock alternativo e ganharam até uma notoriedade abrindo shows de bandas do já consagradas como The Killers e Coldplay. Até o momento, o Wolf Gang só lançou um álbum, o Suego Faults, de 2011.O destaque vai para “The King and All of His Men”.




Friendly Fires

Esse trio animado tem nomes como Ed MacFarlane, Jack Savidge e Edd Gibson (eram quatro, mas o tocador de trombeta, Richard Turner, faleceu em 2011). Os meninos se conheceram com 13 anos na escola. O nome vem de uma faixa do LP Always Now, do Section 25. A influência de Prince e de bandas alemãs é o que marca o som meio punk, rock e indie do FF. Os caras tem dois discos no mercado, Friendly Fires (2008) e Pala (2011). Em 2012, lançaram o single “Hurting”, que é mega divertido. Tem influências disco ao som rock, vale a pena dar uma ouvida.





WALK THE MOON

Diretamente da terra do tio Sam, Nicholas Petricca é um vocalista animal. Desde que criou o WALK THE MOON (o nome é em caps lock mesmo), se dedica e muito à qualidade musical da banda, também constituída por Kevin Ray, Sean Waugman e Eli Maiman. Um dance rock meio new-wave com a roupagem indie, é assim que defino o WTM. sou apaixonado pela música “Anna Sun”, é bem gostosinha , porém cuidado: o refrão pode ficar dias na sua cabeça (“ooh anna sun...”). A gravadora deles é a RCA, o que pode significar mais trabalhos em breve. CONFIRAM!




Atlas Genius

Essa vem lá da terra dos cangurus. Os irmãos Jeffrey, Keith, Michael e Steven, decidiram que iam fazer um som de garotos. Nada de pop e sim um rock mesmo. Se juntaram ao Darren Sell e aí a festa tava formada. O nome veio de um  sonho de Michael, nada muito comum, mas combina com o jeitinho tímido/poderoso dos meninos, que tem uma influência do Police, Phoenix e até mesmo dos famosões Beatles. O meu destaque é para “Trojans”, que tem um clipaço (no meu mundo: “clipe bom”), de arrasar e eles são arrumadinhos.





Quando li a descrição do som dos caras pela primeira vez, super me espantei com o termo “Pop barroco”, daí fui fuçar net afora e descobri que muitas bandas são adeptas como Florence, Arcade Fire e até nossa conhecida Lana Del Rey. Um termo novo pra mim, e só por me fazer despertar uma adoração pela música “Boy”, com sua letra ótima. É mais melodramática e tal, mas não vejo muito pop e sim um som mais alternativo (wow). O clipe de “Boy” é algo como Panic! At the Disco mais simples.




The Drums

Ouça “Days” e logo tu vai identificar o que esse quarteto trazem de bom, mas vejamos “Let’s Go Surfing”. O som é mega jovem, boyish, despreocupado, pra ouvir com os amigos naquela viagem a la playa. Lembra The Smiths e Orange Juice. Nova-iorquinos assumidos, Jonathan e Jacob têm grandes chances de grudar na sua playlist.




Electric Guest

Indietrônico, totalmente sintético e bom, eu defino assim o Electric Guest, direto de L.A. Asa Tacone (que nome é esse?) é o vocalista e com a banda lançou o álbum Mono, simples assim. “This Head I Hold” é um single daqueles simplesmente bons (também indico “The Bait”). Quem curte Serge Gainsbourg, vai identificar uma boa referência.







Pegasus Bridge


Os inglesinhos da Pegasus Bridge ARREBENTARAM (bem, literalmente). Sério, uma banda nova e demais, seria mais legal se eles não tivessem tido um fim prematuro em 2011. Lançaram um álbum em 2010 chamado While We’re Young.  Porém, eles têm músicas ótimas que merecem ser ouvidas. Meio pop rock, indie ao extremo, para ter uma ideia do som deles, ouça “While We’re Young”, “Yoko” ou “Like Dogs”, as letras são lindonas.






Ok, sou suspeito pra falar do Lonsdale, porque cara, AMO “Light Me Up”, é muito bom, um brit-pop miscigenado com rock indie. Eles lançaram em setembro de 2012, seu primeiro álbum pela Island Records. Por algum motivo, não foram pra frente e só ficaram no “Light Me Up”, que você pode ouvir até enjoar e partir para as bandas abaixo (ou acima). Mas é bom, anyway.





Kids These Days

Kids These Days tinham um som bacanérrimo e, assim com Lonsdale Boys Club, não vingaram. Mas com sete integrantes jovens e divertidíssimos também, não é fácil né? “Darling” é uma música cheia de alto-astral.  É hip-hop com blues com o alcance bom do rock. Por favor, parem de mimimi e voltem a cantar!

 


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